Entenda como os impactos sociais e políticas públicas se relacionam com a crise climática.
Ondas de calor intensas, chuvas recordes, secas prolongadas e inundações devastadoras: os eventos climáticos extremos estão cada vez mais frequentes, impulsionados pelo aquecimento global e por fenômenos naturais potencializados pela ação humana.
No Brasil, os efeitos já são claros. Das enchentes no Rio Grande do Sul às queimadas que comprometem ecossistemas e modos de vida, a crise climática expõe desigualdades históricas. Comunidades pobres, indígenas e quilombolas enfrentam maior vulnerabilidade socioambiental, com menor acesso a infraestrutura, proteção e políticas preventivas.
A compreensão desse cenário exige um olhar interdisciplinar, característico das Ciências Humanas e Sociais Aplicadas: analisar dados, contextualizar causas, identificar impactos e propor soluções que integrem justiça social, gestão territorial e preservação ambiental.
O conteúdo especial do FTD Resolve, disponível aqui no Portal Conteúdo Aberto, traz informações atualizadas, exemplos concretos e alternativas para adaptação a essa nova realidade. É um convite para refletir sobre o papel de governos, sociedade civil e indivíduos na construção de respostas eficazes à crise climática.
Para saber mais sobre o assunto, leia o Articulação na íntegra.
O programa Resenha também abordou o tema, com dois episódios completos sobre as atividades humanas que têm sido as principais impulsionadoras das mudanças climáticas:
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