Entenda como as grandes telas usam a variação linguística para falar sobre identidade, poder e preconceito.
A variação linguística não é apenas um fenômeno objetivo, mas um fenômeno subjetivo, que constrói identidades. No audiovisual, é ela quem influencia na construção de personagens, na compreensão cultural e, consequentemente, na interpretação do público também. Nesse momento em que o cinema brasileiro está tão em alta, é muito possível encontrar no Enem e em outros vestibulares questões sobre como a nossa língua está sendo representada no meio audiovisual. Você consegue argumentar sobre esse assunto?
Como dizia José Saramago, “quase me apetece dizer que não há uma língua portuguesa, há línguas em português” e são essas variações, de pronúncia, vocabulário, sintaxe e estilo que constroem as nossas marcas de identidade que carregam região, classe social, escolarização e poder.
O material de Articulação do FTD Resolve mergulha nessa relação entre variação linguística, poder e representação no audiovisual brasileiro, com atividades e reflexões para facilitar a sua preparação para a prova. Confira e prepare-se para o vestibular:
Vamos relacionar o tema diretamente à redação do Enem, que costuma explorar aspectos culturais e sociais, e ainda traz outras obras como possíveis repertórios para a sua argumentação em questões de Linguagens e suas Tecnologias.
Para aprofundar ainda mais no assunto, assista ao Episódio #29 do Resenha, no qual a professora e poeta Fernanda Comenda conversa com Thiago Oliveira, editor de Linguagens da FTD Educação, sobre como a língua é muito mais do que um conjunto de regras: é um instrumento social, político e cultural que inclui, exclui, identifica e comunica.
Acesse o episódio aqui:
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