Como as culturas indígenas e quilombolas propõem novas formas de pensar a relação entre humanidade e meio ambiente.
A crise climática atual é resultado de um modelo de desenvolvimento que, ao longo dos séculos, tratou a natureza como recurso a ser explorado. O desmatamento, perda de biodiversidade, poluição e aquecimento global são apenas consequências diretas de uma lógica colonial que hierarquizou seres e instaurou a separação entre humanidade e natureza.
As filosofias contra coloniais oferecem outras perspectivas. Povos indígenas e quilombolas preservam modos de vida baseados na integração com os territórios e na visão de que todos os seres têm valor e agência. Estudos mostram que as terras indígenas, por exemplo, estão entre os espaços mais preservados do país, reforçando o papel fundamental desses povos na manutenção do equilíbrio climático.
Esse diálogo pode enriquecer reflexões em Ciências Humanas, sendo uma aposta forte para cair na prova, especialmente por abordar temas atuais como crise ambiental, justiça social e políticas públicas.
Fique por dentro do conteúdo especial do FTD Resolve sobre como as filosofias contra coloniais oferecem alternativas possíveis diante dos desafios climáticos e sociais contemporâneos.
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