A escolha de animais para crianças envolve diversas questões que precisam ser debatidas em família. Saiba mais!
Quem tem ou já teve pets sabe o quanto eles podem transformar a vida de seus tutores. É por isso que muitas famílias se interessam pela busca de animais para crianças. Mas será que existe um momento certo para tomar a decisão de adotar um pet?
A resposta vai depender do estilo de vida dos pais e da disponibilidade de tempo para ensinar aos filhos sobre os cuidados, as responsabilidades e demais assuntos que envolvam o bem-estar do bichinho, seja qual for a espécie escolhida.
Portanto, se você ainda tem dúvidas, fique com a gente porque vamos passar várias dicas e informações sobre o assunto!
Por que ter um animal de estimação em casa?
O convívio com diferentes espécies pode ser bastante positivo para pessoas de todas as idades. Na infância, em especial, a presença de um gato, cachorro ou outro pet em casa favorece o desenvolvimento de habilidades que serão usadas por toda a vida.
Veja agora os principais benefícios dos animais para crianças.
Fortalecimento emocional
A interação com os pets promove sensações agradáveis e cria laços afetivos ao longo do tempo, o que ajuda os pequenos a lidar melhor com as mais diversas emoções. Também ajuda no desenvolvimento da empatia, da confiança e do respeito às diferentes formas de vida.
Redução do estresse e da ansiedade
Quem resiste ao carinho demonstrado pelos animais? Atos como brincar, abraçar e observar os pets são excelentes formas de liberar hormônios que geram sensação de bem-estar. É por isso que, na companhia deles, as crianças tendem a ficar menos ansiosas e estressadas.
Promoção de atividades físicas
Muitas espécies são bastantes ativas e exigem estímulos constantes na forma de corridas, pulos e movimentos com brinquedos, como as bolinhas e varetas. Ou seja, a presença de alguns animais para crianças acaba sendo um fator motivador para a prática de atividade física e o gasto de energia.
Fortalecimento da imunidade
Conviver com animais na infância pode fortalecer o sistema imunológico a partir da exposição moderada a agentes potencialmente alérgicos, como pelos e saliva. O organismo das crianças vai se habituando a essas substâncias e passa a ter menos chance de desenvolver alergias.
Estímulo à socialização
Os pets podem servir como uma ponte para que as crianças queiram interagir com outras pessoas que fazem parte da sua vida. É uma boa forma de intercalar as atividades realizadas individualmente, como os jogos digitais, com interações sociais na forma de esportes e conversas.
Senso de responsabilidade
Viver com um pet e participar dos cuidados voltados ao animal ensina às crianças o valor de assumir algumas responsabilidades desde cedo. Os pequenos vão descobrindo, aos poucos, que uma relação saudável tem suas partes boas e também partes que não são consideradas tão legais.
Na infância, em especial, a presença de um gato, cachorro ou outro pet em casa favorece o desenvolvimento de habilidades que serão usadas por toda a vida.
Qual é o momento certo de adotar um pet e como fazer isso?
Não existe uma única resposta para essa pergunta, mas a família deve considerar que os bichos de estimação demandam tempo e cuidados específicos. A depender da espécie, o convívio com os humanos pode se estender por vários anos, da infância ou adolescência até a idade adulta dos tutores.
Então, antes de atender aos pedidos dos pequenos por um amiguinho de quatro patas, é crucial pensar na atual rotina de todo o grupo familiar. Quem atenderá às necessidades do pet com mais frequência? Há um ambiente seguro para receber os animais para criança?
Perguntas como essas precisam ser feitas para evitar desentendimentos futuros. Afinal, muito mais que água, alimento e cuidados veterinários, os bichinhos precisarão de atenção na forma de afeto e interações que não causem nenhum tipo de mal-estar.
Pensando nisso, o ideal é que os pequenos convivam com os pets somente quando já tiverem certa maturidade de coordenação motora. Essa fase ocorre a partir dos 4 anos de idade, quando as crianças conseguem andar bem, sentar e controlar os movimentos do próprio corpo.
É uma faixa etária que também traz um bom desenvolvimento da fala, facilidade para expressar sentimentos e capacidade de compreender regras. Ou seja, ao esperarem por esse momento, os pais conseguem perceber mais cuidado e senso de responsabilidade da criança em relação aos bichinhos.
O que considerar na escolha dos animais para crianças?
É muito importante que esse processo envolva toda a família, de modo que cada integrante tenha suas vontades e interesses considerados. Se as crianças ainda não tiveram contato com nenhum animal, vale a pena explicar sobre os hábitos, os cuidados e os comportamentos de cada espécie.
Uma boa dica é apresentar os bichinhos na forma de histórias e ilustrações que possam colocar os pequenos em contato com o universo de cada pet. Veja exemplos de características com os bichos que mais costumam fazer parte das famílias com crianças pequenas:
- gato — é um animal bastante independente e que se adapta bem a espaços menores. Apesar de não requerer tanta atenção diária, valoriza as demonstrações de afeto;
- cachorro — é muito companheiro e adora um agito. Diferentemente dos gatos, precisa de mais espaço para brincar ou de saídas a passeio que gerem um maior gasto de energia;
- coelho — é um pet afetuoso e muito dócil, que não faz barulho e costuma ter um comportamento tranquilo. Nos momentos de brincadeira, precisa de um local seguro para se locomover;
- peixe — é fácil de cuidar e demanda baixa interação com seus tutores. O principal cuidado deve estar na garantia de um aquário limpo e com água de qualidade para que não adoeça;
- tartaruga — é silenciosa como os peixes e os coelhos, sem contar que pode viver muitos anos. É um bichinho calmo e que também precisa de atenção com o ambiente aquático.
Além dessas espécies, há muitas outras para fazer a alegria da família. Seja qual for o pet escolhido, lembre-se de que todo o processo de adoção precisa envolver diálogo e planejamento.
Leve sempre em conta o estilo de vida dos tutores, o espaço disponível e o tempo que poderá ser dedicado aos animais para crianças. Inclusive, o primeiro contato com o pet deve ocorrer sob supervisão de um adulto para evitar sustos e orientar quanto às interações.
Se você gosta dos nossos conteúdos, siga e acompanhe os nossos perfis nas redes sociais. Estamos no Facebook, no LinkedIn, no YouTube e no Instagram da FTD Educação.








